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A mostrar mensagens de Novembro, 2012

Miscelânea (VI)

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Doctor's Wife: The only thing more terrifying than blindness is being the only one who can see. 
Blindness (2008)

Julie Vignon: Now I have only one thing left to do: nothing. I don't want any belongings, any memories. No friends, no love. Those are all traps. 
Three Colors: Blue (1993)

Justine: You want to meet on the terrace, and sip wine, the three of us?
Claire: It would make me happy. Justine: Do you know what I think of your plan?  Claire: No. I was hoping that you might like it.  Justine: I think it's a piece of shit.  Claire: Please, Justine. I just want it to be nice...  Justine: Nice? Why don't we meet on the fucking toilet?  Claire: Fine, then - let's not...  Justine: You're damn right let's not!  Claire: I really hate you sometimes... 
Melancholia (2011)


A arte dos posters (VI)

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The Descent (2005), Neil Marshall

Porque os trailers também merecem (VI)

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização das pessoas para um determinado filme. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequenina arte que promove a sétima arte. O trailer pertence ao filme Black Swan (2010) do realizador contemporâneo Darren Aronofsky. Dou-lhe o devido destaque neste blogue por achar que possui todos os ingredientes para promoverem o filme da melhor forma. A loucura crescente na personagem, o seu desespero, a dúvida que fica no espectador quanto ao que está realmente a ver, se é ou não fruto da imaginação desta personagem. 


Quando a música se transcende em belo cinema...

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Quem conhece bem os Sigur Rós não necessita que lhes diga o quão boa é a sua música. Mas eu apenas comecei a ouvir à apenas alguns dias atrás. Já tinha ouvido falar da banda islandesa em várias ocasiões mas nunca tinha chegado o momento de dispensar alguns minutos para ouvir algo que fosse. Decidi aventurar-me pelo sexto álbum da banda lançado a Maio de 2012 intitulado Valtari. E tive uma experiência como poucas músicas, que não no género clássico, me conseguem proporcionar. Uma música absolutamente fascinante a que não consigo ficar indiferente. O curioso deste álbum, e o propósito de o estar a referir neste blogue dedicado ao cinema, é que a banda decidiu dar a oportunidade a alguns realizadores de fazerem parte deste projecto. A banda forneceu um orçamento igual para cada um deles e simplesmente lhe pediu para criarem o que lhes viesse à mente quando ouviam as músicas. Sem regras, simplesmente filmar o que a música lhes suscita. E os resultados são bastante variáveis e mesmo muito…

A arte dos posters (V)

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Antichrist (2009), Lars von Trier

Porque os trailers também merecem (V)

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização das pessoas para um determinado filme. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequenina arte que promove a sétima arte. Em semelhança ao trailer anteriormente apresentado neste blogue, Alfred Hitchcock volta a desempenhar um papel importante na promoção do seu filme seguinte, The Birds (1963). Numa sala de jantar, Hitchcock volta a entregar o seu humor numa bandeja divagando sobre a presença dos pássaros no meio dos homens. Uma ave de estimação enjaulada, outras embalsamadas ou simplesmente uma carcaça pronta a comer no prato. O Homem foi variando o propósito dos pássaros ao longo dos tempos. O realizador avisa-nos que o…

A arte dos posters (IV)

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From Paris with Love (2010), Pierre Morel

A arte dos posters (III)

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Stoker (2013), Park Chan-wook (maior detalhe quando visto em grande)

Disaster 501: What happened to man?

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As regras eram simples: o vídeo tinha de ter um máximo de cinco minutos e ter de partir de pelo menos um dos seis desafios apresentados. A mente por detrás disto: não outro que Lars von Trier. Apresentou as regras, apresentou os seis trabalhos/autores entre os quais se podiam inspirar (Albert Speer; August Strindberg; Paul Gauguin; etc.) e encorajou mentes por todo o mundo a pegar numa câmara e a dar asas à imaginação. O projecto Gesamt, actualmente também com o nome de Disaster 501: What happened to man?, é assim um projecto global com várias mentes espelhadas num só filme. Realizado por Jenle Hallund, que escolheu entre 400 candidaturas e editou os vídeos seleccionados. Já se encontra desde 12 de Outubro de 2012 como uma instalação de arte em Kunsthal Charlottenborg em Copenhaga. Aqui fica o trailer: 

Para mais informações adicionais podem visitar o site oficial: http://www.gesamt.org/uk/

Porque os trailers também merecem (IV)

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização das pessoas para um determinado filme. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequenina arte que promove a sétima arte. O trailer seguinte pertence a Psycho (1960), o clássico de suspense de Alfred Hitchcock. Um pedaço de montagem genuinamente original em que o próprio mestre caminha pelos cenários do filme, apresentando ao espectador o que este irá ver. Com o seu humor característico, o realizador vai aguçando a curiosidade sem nunca revelar demasiado. Fornece pistas para o que virá a ser importante e deixa a mente do espectador criar as suas próprias histórias de forma a preencherem o espaço. Sem dúvida um trailer que …

A arte dos Posters (II)

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Lord of War (2005), Andrew Niccol

A arte dos posters

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Vertigo (1958), Alfred Hitchcock

Miscelânea (V)

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Queen Elizabeth: I TOO can command the wind sir! I have a hurricane in me that will strip Spain bare if you dare to try me! 

Elizabeth: The Golden Age (2007)


Benjamin Button: It's a funny thing about comin' home. Looks the same, smells the same, feels the same. You'll realize what's changed is you. 

The Curious Case of Benjamin Button (2008)



April Wheeler: If being crazy means living life as if it matters, then I don't mind being completely insane. 

Revolutionary Road (2008)



Christine Collins: He's not my son! 
Capt. J.J. Jones: Why are you doing this, Mrs. Collins? Why are you doing this? You seem perfectly capable of taking care of the boy. Your job pays you enough to attend to his personal needs, so I don't understand why you're running away from your responsibilities as a mother. 
Christine Collins: I am not running away from anything! Least of all my responsibilities! I am even taking care of that boy right now, because I am all he has! What worries me is …

O descanso

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[Spoilers] Dream (Bi-mong), filme de 2008 realizado pelo coreano Kim Ki-duk. Apesar do filme não ter o mesmo calibre de muitas das suas restantes obras, a cena final é extremamente bela. Durante o filme, os nossos protagonistas apercebem-se de que possuem uma ligação um pouco incomum. Ran sofre de sonambulismo e sempre que Jin sonha esta acaba por realizar esses seus "desejos inconscientes" durante o sono. Depois de muitas peripécias apenas entendidas por eles próprios, Ran acaba na prisão tal como a vemos na referida sequência. Jin apercebe-se que apenas morrendo é que irá conseguir proporcionar um verdadeiro descanso a Ran, na medida em que não conseguirá sonhar mais. Já não se encontra incluído nesta cena mas é interessante o facto dela não ter tentado sequer impedi-lo quando este lhe contou do seu futuro suicídio. Apesar de o amar sabe que é a única hipótese possível, caso contrário nunca irá descansar. Quando Jin se suicida, a sua mente continua interligada com a rapar…

Uma vida em poucos minutos

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Posso não ser da consensual opinião de que é um dos melhores da Pixar, mas reconheço-lhe a meticulosa qualidade presente na cena inicial do filme. Falo portanto de Up (2009). Como é que personagens animadas nos conseguem transmitir uma carga dramática tão acentuada? São pouco mais de oito minutos de uma vida na sua total vivência. Carl, o nosso velho protagonista, e Ellie, o seu grande amor desde que se conheceram durante a infância. A música do compositor Michael Giacchino acompanha sincronizadamente os altos e baixos da relação. Poucos minutos animados que atingem um nível de humanidade raro dentro do género. Acompanhamos uma vida e ficamos destroçados com o que vemos. E por tudo isto e muito mais, é uma cena que merece destaque na história do cinema.

Porque os trailers também merecem III

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização das pessoas para um determinado filme. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequenina arte que promove a sétima arte. O trailer que se segue tem o condão de promover o filme The Tree of Life (2011) de Terrence Malick. Quanto ao filme, não necessito de o cobrir com adjectivos porque quem o viu sabe a obra que se desenrola em frente aos seus olhos. Para quem não o viu, aconselho extremamente. Quanto ao trailer, é um dos pedaços promocionais mais belos alguma vez executados. As linhas de diálogo escolhidas a dedo, as imagens visualmente estrondosas, a música Funeral March do Patrick Cassidy, tudo conjugado na mais cuidada…

A persistência de uma chama

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[Spoilers] Ao escolher a cena representativa deste dia, apercebo-me de que o vento está de alguma forma a embrenhar-se constantemente nesta minha selecção. Depois de um saco de plástico a esvoaçar e de uma momentânea brisa num prado, esta última curiosamente do mesmo realizador, destaco a cena seguinte como uma das mais belas alguma vez filmadas na história da sétima arte. Pertence ao filme Nostalghia(1983) do génio magistral Andrei Tarkovsky. Pessoalmente, é o meu filme preferido do realizador e esta sequência é apenas um exemplo da profundidade que a sua referida obra atinge. A persistência de um homem que quer concluir a tarefa de atravessar uma piscina drenada sem que a chama da vela que transporta se apague. O seu coração fraco dificulta-lhe a missão, acabando por resultar na sua morte. Tem a mente completamente envolvida na tarefa mas o seu próprio corpo enfraquecido apresenta-se como um obstáculo. O plano-sequência de cerca de 10 minutos é longo, o que resulta num certo descon…

Porque os trailers também merecem II

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização das pessoas para um determinado filme. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequenina arte que promove a sétima arte. O trailer escolhido pertence ao filme Watchmen (2009) de Zack Snyder. A música The Beginning is the End is the Beginning dos Smashing Pumpkins faz toda a diferença.

Porque os trailers também merecem

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização das pessoas para um determinado filme. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequenina arte que promove a sétima arte. O trailer escolhido pertence ao filme A Single Man(2009) de Tom Ford e, a meu ver, reúne tudo o que realmente importa para a história. A música é um óptimo complemento. Deixo igualmente a sugestão para a visualização do filme. 

Miscelânea (IV)

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Sister Alma:If she won't speak or move because she decides not to, which it must be if she isn't ill, then it shows that she is mentally very strong. I might not be equal to it.(Persona, 1966, Ingmar Bergman) Selma: You like the movies, don't you? Bill Houston: I love the movies. I just love the musicals. Selma: But isn't it annoying when they do the last song in the films? Bill Houston: Why? Selma: Because you just know when it goes really big... and the camera goes like out of the roof... and you just know it's going to end. I hate that. I would leave just after the next to last song... and the film would just go on forever. (Dancer in the Dark, 2000, Lars Von Trier) George: It takes time in the morning for me to become George, time to adjust to what is expected of George and how he is to behave. By the time I have dressed and put the final layer of polish on the now slightly stiff but quite perfect George I know fully what part I'm suppose to play.(A Single Ma…

Vento

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Não há muito que se possa dizer acerca desta cena que não possa ser traduzido em sentimentos através da imagem. O plano pertence ao filme The Mirror (1975) do génio intemporal Andrei Tarkovsky. O vento adquire uma força excepcional e eleva a cena a um nível de beleza transcendente. Menos de um minuto de uma perfeição poucas vezes atingida.

A Waltz for a Night

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Não sou um romântico no sentido restrito da palavra mas esta é uma das minhas poucas cenas de eleição dentro de um registo mais romanceado. Em Before Sunset (2004), nove anos depois de se terem conhecido pela primeira vez, Celine toca a valsa que escreveu a pensar em Jesse e no facto de muito provavelmente nunca mais o voltar a ver. A meu ver, é uma cena extremamente poderosa. Em poucos minutos, mesmo sem termos noção do percurso entre ambos até então, o espectador fica com a noção do significado que aquele encontro de apenas uma noite produziu na vida deles. Aquela noite que pareceu afastada do tempo e do espaço tal como os conhecemos. O romantismo a que todos aspiramos espelhado numa música. Percebemos o significado que aquele estranho teve na vida dela e a esperança que lhe retirou aquando da sua partida. As expressões dos actores ajudam a perscrutar o que lhes vai na alma. A cena do dia...


Um saco ao sabor do vento...

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Uma das sequências mais conhecidas da história do cinema. O filme: American Beauty (1999). O foco da cena: um saco a esvoaçar. Beleza e simplicidade são os melhores adjectivos para a definir. Todos nós ignoramos a beleza presente no dia-a-dia, aquilo que já faz parte da nossa implementada rotina. Vivemos demasiado apressados para desperdiçarmos um minuto que seja a maravilhar a visão com algo tão simples. Um saco que devido à sua leve existência não tem outra hipótese senão deixar-se levar pelas forças da natureza. Em três minutos gazeamos o nosso olhar perante uma banalidade. Em três minutos lembramo-nos da beleza que há no mundo. E o protagonista da cena passa a ser o saco e não as personagens que o observam. A música brilhante de Thomas Newman complementa a sequência na perfeição. 



Miscelânea III (Kubrick)

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[HAL's shutdown
HAL:I'm afraid. I'm afraid, Dave. Dave, my mind is going. I can feel it. I can feel it. My mind is going. There is no question about it. I can feel it. I can feel it. I can feel it. I'm a... fraid. Good afternoon, gentlemen. I am a HAL 9000 computer. I became operational at the H.A.L. plant in Urbana, Illinois on the 12th of January 1992. My instructor was Mr. Langley, and he taught me to sing a song. If you'd like to hear it I can sing it for you. 
Dave Bowman:Yes, I'd like to hear it, HAL. Sing it for me. 
HAL:It's called "Daisy." 
[sings while slowing down
HAL:Daisy, Daisy, give me your answer do. I'm half crazy all for the love of you. It won't be a stylish marriage, I can't afford a carriage. But you'll look sweet upon the seat of a bicycle built for two. 
(2001: A Space Oddissey, 1968)


"Suddenly, I viddied what I had to do, and what I had wanted to do, and that was to do myself in; to snuff it, to blast off …

A entrar na mente de Jodorowsky...

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Dois dias depois de visualizar o meu primeiro filme de Alejandro Jodorowsky, e de todo o seu conteúdo ter estado a marinar na minha mente, acabo por me enganar ao pensar que conseguiria escrever uma crítica com pés e cabeça. Ainda não é desta, preciso de uma segunda visualização para assimilar o desfile de imagens a que assisti. Falo portanto de The Holy Mountain, filme de 1973 que teve pouco falatório por entre o público e crítica, mas que se foi tornando um filme de culto com o passar do tempo. Posso ainda não ter as palavras certas para falar de um filme que por sua vez não é para ser falado no sentido restrito da palavra, mas o que é certo é que me deslumbrou.  Todos os elementos extremamente bizarros e surreais impediram-me de sentir indiferença pela acção que se desenrolava. Um filme de certa forma futurista, que critica a sociedade nunca de forma recatada, utilizando vários elementos metafóricos. E foi precisamente isso que me interessou maioritariamente, o facto de todo aquele …

Miscelânea II

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"Millions of years of evolution, right? Right? Men have to stick it in every place they can, but for women... women it is just about security and commitment and whatever the fuck else!", Alice Harford - Eyes Wide Shut (1999)

"Whether by knife or whether by gun, losing your life can sometimes be fun.", Paul - Funny Games (1997; 2007)

"This is my right; it is the right of every human being. I choose not the suffocating anesthetic of the suburbs, but the violent jolt of the Capital, that is my choice. The meanest patient, yes, even the very lowest is allowed some say in the matter of her own prescription. Thereby she defines her humanity. I wish, for your sake, Leonard, I could be happy in this quietness. [pause] But if it is a choice between Richmond and death, I choose death." , Virginia Woolf - The Hours (2002)

"Dear Leonard. To look life in the face, always, to look life in the face and to know it for what it is. At last to know it, to love it for what…

Miscelânea

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"Do you know what people did in the old days when they had secrets they didn't want to share? They'd climb a moutain, find a tree, carve a hole in it, whisper the secret into the hole and cover it up with mud. That way, nobody else would ever learn the secret...", Tak - 2046(2004)

"I will be dying and so will you, and so will everyone here. That's what I want to explore. We're all hurtling towards death, yet here we are for the moment, alive. Each of us knowing we're going to die, each of us secretly believing we won't.", Caden Cotard- Synecdoche, New York(2008)

[voiceover] "Do I have an original thought in my head? My bald head. Maybe if I were happier, my hair wouldn't be falling out. Life is short. I need to make the most of it. Today is the first day of the rest of my life. I'm a walking cliché. I really need to go to the doctor and have my leg checked. There's something wrong. A bump. The dentist called again. I'm way…

Cinema à la Aronofsky

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Com apenas cinco longa-metragens até à data, Darren Aronofsky afirma-se como um dos realizadores mais promissores da actualidade. Veremos se consegue manter tal título com o seu próximo épico previsto para 2014, Noah.
As minhas preferências no seu cinema: 
Requiem for a Dream (2000) - 10/10The Fountain (2006) - 10/10Black Swan (2010) - 9/10Pi (1998) - 7/10The Wrestler (2008) - 6/10

Crítica: Cisne Negro

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Título Original: Black Swan (2010) Realização: Darren Aronofsky Argumento: Mark Heyman; Andres Heinz; John McLaughlin Elenco: Natalie Portman; Vincent Cassel; Mila Kunis; Barbara Hershey; Winona Ryder

[Spoilers] Uma companhia de ballet em Nova Iorque irá iniciar a nova temporada com uma nova versão de O Lago dos Cisnes, o célebre bailado de Tchaikovsky, e é necessária uma nova Rainha dos Cisnes, agora que a anterior intitulada dá por terminada a sua carreira. Nina Sayers (Natalie Portman), bailarina com quatro anos de experiência na companhia, parece possuir todas as qualidades técnicas e psicológicas para encarnar o Cisne Branco, mas falta-lhe a capacidade de se libertar e seduzir o público, características assentes na encarnação do pólo oposto, o Cisne Negro, papel que requere alguém como Lily (Mila Kunis). A rotina diária de Nina revela uma margem limitada para a vida social. Vive com a sua mãe possessiva, que a tem sempre debaixo de olho, tratando-a como uma criança inocente. Erica …