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A mostrar mensagens de Fevereiro, 2013

Porque os trailers também merecem (VIII)

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar a entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização dos espectadores para uma determinada obra cinematográfica. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequena arte que promove a sétima arte.  O segundo filme se Steve McQueen traz consigo um material promocional interessante. Esta pequena sucessão de imagens visa a promoção do filme Shame (2011) e prepara-nos para a carga física e emocional que o protagonista carrega consigo. A respiração cada vez mais crescente que se coloca lado a lado com a corrida mas que não se limita a espelhar esta. Ficamos a perceber que entrar no mundo desta personagem será algo mais complexo do que superficialmente aparenta ser.

A arte dos Posters (XXXII)

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Playtime (1967), Jacques Tati

A prenda de aniversário que falhou a Emmanuelle Riva

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A minha maior frustração nesta 85ª edição dos Óscares da Academia advém do prémio de Melhor Actriz. Emmanuelle Riva, que celebrou os seus 86 anos na noite da cerimónia, viu a sua representação em Amour falhar em termos de reconhecimento pela Academia. Jennifer Lawrence acabou por sair vencedora pelo seu papel em Silver Linings Playbook, sendo esta a candidata mais fraca por entre as cinco nomeadas na categoria. Esta é claramente a minha opinião pessoal, que entra em discordância com a Academia e muitos críticos, mas Riva é a indiscutível vencedora.  Amour teve o reconhecimento que lhe era prometido, ao sair galardoado com o prémio de melhor filme estrangeiro. Ver Michael Haneke a subir ao palco para receber a estatueta dourada foi sem dúvida um dos melhores momentos da noite.  Django Unchained terminou a noite com um Óscar em cada mão. Tanto Quentin Tarantino como Christoph Waltz foram justos vencedores.  Daniel Day-Lewis quebrou o recorde de maior número de vitórias na categoria de Me…

Un Chien Andalou

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A 22 de Fevereiro de 1900 nascia Luis Buñuel, realizador espanhol que difundiu o surrealismo no grande ecrã como um meio para lançar as suas críticas à sociedade. Muitas vezes considerado como um dos melhores realizadores de sempre, foi e é uma forte influência sobre outros realizadores, argumentistas, pintores e afins. O seu primeiro filme, a curta-metragem que se segue e que ronda os 16 minutos, é ainda hoje analisado por muitos estudiosos e é quase obrigatório para qualquer amante da sétima arte. Salvador Dalí ajuda Buñuel a compor o argumento visual de Un Chien Andalou (1929) e o resultado é uma multiplicidade de sentidos que pedem várias visualizações.

A arte dos Posters (XXXI)

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How to Survive a Plague (2012), David France

A cordial saudação

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[Spoilers] Tantas sequências que merecem o seu devido destaque neste Mon Oncle (1958). Os filmes de Jacques Tati são como uma porta para um novo mundo, onde entramos e esquecemos as pré-concepções do nosso próprio mundo. Cada plano, por si só já genial, enquadra uma mise-en-scène extremamente criativa e que espelha a própria sociedade. Sempre com uma pitada futurista, Tati oferece-nos uma disposição única no tempo e no espaço, nunca descurando as críticas que emergem à superfície. Tudo espelha um ambiente perfeito e um tanto ou quanto estranho aos olhos do espectador, este que está sempre com atenção aos mais ínfimos pormenores presentes na sua obra. Por alguma razão, sempre que penso no realizador, recordo-me desta pequena cena que tantas gargalhadas me arrancou perante o seu grau de ridicularidade.  A fonte a ser constantemente accionada de forma a caracterizar a importância dos convidados e a própria hipocrisia da anfitriã. É impressionante como através do uso de um objecto, Tati …

A muleta da imagem (III)

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Faz parte da banda-sonora que integra o filme Les triplettes de Belleville (2003), escrito e realizado por Sylvain Chomet. O filme é realmente uma pérola no género de animação, conseguindo criar grandes críticas à sociedade de uma forma subtil e agradavelmente disparatada. A banda-sonora é apenas mais um dos componentes que contribui para o óptimo resultado final, sendo esta viciante música o principal destaque. Tem o nome de Belleville Rendez-Vous e obteve uma nomeação ao Óscar de melhor canção original.

A arte dos Posters (XXX)

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Das Cabinet des Dr. Caligari (1920), Robert Wiene

Porque os trailers também merecem (VII)

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Por vezes podem revelar demasiado e estragar qualquer surpresa que pudesse advir da visualização do filme. Podem ser manipulados de forma a dar a entender outro propósito sobre o filme. Podem chamar um espectador ou de certa forma repeli-lo. Mas é inegável que um trailer é um pedaço de montagem importante na consciencialização dos espectadores para uma determinada obra cinematográfica. Assim espero iniciar um espaço regular em que recolho o que de melhor se faz nesta pequena arte que promove a sétima arte.  O trailer em questão pertence ao filme Little Children (2006) realizado por Todd Field. Esta pequena montagem é eficaz por não revelar demasiado. Através do som conseguimos perceber a "direcção" que toma o filme. Um comboio que está prestes a descarrilar, simbolizando os estilhaços na vida destas personagens.

A arte dos Posters (XXIX)

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Invasion of the Body Snatchers (1956), Don Siegel

Crítica: Wreck-It Ralph

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Realização: Rich Moore Argumento: Rich Moore; Jim Reardon; Phil Johnston; Jennifer Lee Elenco: John C. Reilly; Jack McBrayer; Jane Lynch; Sarah Silverman
[Spoilers] Um filme de animação pensado para um público-alvo claramente mais amplo do que as habituais crianças e adolescentes. Obviamente que esse mesmo leque habitual de espectadores aprecia o filme mediante todo o seu espectáculo visual e sonoro que cobre uma premissa com contornos bastante originais. Mas na busca por uma apreensão menos superficial, o 52º filme dirige-se ao espectador mais adulto na esperança de que este o preencha com a melancolia que sente ao visualizar tantas personagens reconhecíveis. As reuniões dos “Bad-Anon” glorificam o argumento com linhas de diálogo cómicas e sinceras, tornando-as nalgumas das cenas de maior destaque do filme. Estes vilões não são de alguma forma anónimos e é quase impossível o espectador não esboçar um sorriso ao identificar cada um deles: Bowser, o antagonista da saga Super Mario; Doctor…

A arte dos Posters (XXVIII)

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The Fifth Element (1997), Luc Besson

A vida nos subúrbios

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[Spoilers] Uma bela cena que preenche a história do cinema. Refiro-me à sequência de abertura de Blue Velvet (1986), o filme simbólico e surrealista de David Lynch. Começa com uma leve transição entre os planos, revelando o ambiente vivido nos subúrbios. O slow-motion é usado de forma a mistificar o local com a calma que lhe é inerente. Tudo aparenta ocupar um tempo e um espaço de forma perfeita, levando o espectador a idealizar o local. Segundos depois dos créditos iniciais dá-se a morte que catapulta a história. Em seguida a câmara ocupa um lugar mais sujo e degradante, ao embrenhar-se por entre a relva até aos limites do solo. Um corpo outrora vivo e a embelezar o cenário de Lynch não será mais do que alimento depois de enterrado. Um submundo sedento que aguarda o protagonista, o filho do homem que perde a vida nestes minutos iniciais. Por detrás da fachada perfeita dos subúrbios, encontra-se uma podridão prestes a ressurgir. A versão de Bobby Vinton da música que empresta o nome …

A arte dos Posters (XXVII)

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La grande bouffe (1973), Marco Ferreri

Divergências

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[Spoilers] Ele vive no chão, a reconhecida normalidade por entre todos nós. Ela deambula pelo tecto. Ou será o oposto? Depende do prisma através do qual espreitamos a situação. Esta pequena pérola em stop motion data de 2012 e é escrita e realizada por Timothy Reckart.  Após tantos anos de casamento, um casal distancia-se de tal forma que nem mesmo a gravidade os consegue reunir. Cada um deles acredita estar a pisar o chão que deve ser pisado. Vivem a vida separadamente, sem trocarem uma palavra que seja e absortos na sua própria existência. Tornaram-se estranhos, saturados num casamento que acaba por se tornar uma prisão. O silêncio reina entre eles, esgotado em palavras trocadas ao longo dos anos. Quando há uma tentativa de aproximação por parte do homem, as noções que ambos tomam como indiscutíveis acabam por sair tremidas. A certa altura, o que está em causa não é mais a necessidade de estarem certos mas sim a tentativa de aprenderem a viver um com o outro perante uma divergência…

1 Tema, 3 Coordenadas, 1 Posição

Encontra-se a decorrer durante o mês de Fevereiro a iniciativa 1 Tema, 3 Coordenadas, 1 Posição. O anfitrião: o blogue Caminho Largo. O tema: amizade. 3 filmes e 1 realizador que de alguma forma difundem o tema da melhor forma. É uma iniciativa interessante que nos dá a conhecer novos filmes bem como blogues que contribuem para a comunidade cinéfila. As minhas escolhas foram publicadas ontem. Para as visitarem e acompanharem a iniciativa na íntegra carreguem aqui.

Requiem for a movie

Deixo aqui a sugestão de um link a visitar para quem se quer manter informado do que se passa diariamente no mundo da sétima arte. Um blog regularmente actualizado que dá conhecimento de estreias semanais e muitas outras informações relativas a produção de filmes e afins. Para além disso, foca-se também no pequeno ecrã, com informações relativas a séries televisivas actualmente no ar ou que ainda se encontram por estrear. Fica aqui a sugestão para visitarem o blogue Requiem for a Moviehttp://thepopcornews.blogspot.pt/

A arte dos Posters (XXVI)

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Completa hoje 50 anos de existência perante os espectadores. A 14 de Fevereiro de 1963 estreava em Itália Otto e mezzo. O bloqueio criativo de Federico Fellini levou-o a criar aquela que viria a ser considerada como uma obra-prima.

A montagem da censura

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[Spoilers] A cena final do filme Nuovo Cinema Paradiso (1988), realizado por Giuseppe Tornatore, é uma das mais marcantes da história do cinema. Tornou-se um ícone na medida em que cortava com o pudor inerente a uma censura que ainda se afirma nos dias de hoje em algumas partes do globo. Quando Salvatore regressa ao Cinema Paradiso descobre que Alfredo deixou um filme montado por si. Ora o referido filme é nada mais do que as várias cenas de beijos outrora cortadas que Alfredo juntou para formar esta pérola. O padre local ordenava que as cenas que continham beijos fossem sempre cortadas, de forma a nunca alimentar a visão dos espectadores com tais actos romanceados. Alfredo acumula durante anos e anos os vários frames rejeitados para mais tarde os libertar da censura que os rotulava. Salvatore assiste ao pequeno filme e esvai-se em lágrimas. O espectador sente o mesmo quando tem como fundo a maravilhosa música de Ennio Morricone. Beijos partilhados numa cena extremamente poderosa que…

A arte dos posters (XXV)

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Metropolis (1927), Fritz Lang

A arte dos Posters (XXIV)

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The Wayward Cloud (2005), Tsai Ming-liang

The Turin Horse

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Uma das sequências mais belas na história da sétima arte. Refiro-me ao plano-sequência que dá início a The Turin Horse (2011), o último filme da carreira do húngaro Béla Tarr. O travelling é executado de uma forma deslumbrante, nunca descurando do enquadramento o que é realmente importante. Quando observo esta sequência sinto sempre um arrepio perante a perfeição que testemunho. A direcção de fotografia do filme é das melhores surpresas dos últimos anos. Perante todos as adversidades do tempo, sentimos o peso da vida no cavalo que dá nome ao filme. A música Mihâly Vig consegue ser enigmática e arrepiante, acompanhando a imagem de forma sublime. Para mim, não é apenas a melhor sequência do filme, como também uma das melhores da história do cinema.

A arte dos posters (XXIII)

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Pulp Fiction (1994), Quentin Tarantino

Crítica: O Mentor (2012)

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Título Original: The Master Argumento e Realização: Paul Thomas Anderson Elenco: Joaquin Phoenix; Philip Seymour Hoffman; Amy Adams.
[Spoilers] Freddie Quell (Joaquin Phoenix), veterano da Segunda Guerra Mundial, tenta ajustar-se à sociedade do pós-guerra. De tantos anos em alto-mar advém uma obsessão por sexo, um das questões combatidas ao longo do filme. Apresenta claros sinais de stress pós-traumático, acabando por se destacar numa sociedade organizada e rotulada de normal. A certa altura o destino fá-lo cruzar-se com Lancaster Dodd (Philip Seymour Hoffman), aquele que se viria a tornar o seu mentor. 
"I have unlocked and discovered a secret to living in these bodies that we hold. The secret is laughter."
Dodd  afirma-se como o cabecilha de uma corrente filosófica intitulada de The Cause. Entramos com a personagem de Joaquin Phoenix neste mundo um tanto ou quanto peculiar. Apesar de se esconder por detrás de uma óptima interpretação, a personagem de Seymour Hoffman não me co…

PES e os objectos do quotidiano

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Não, não estou a conspurcar o meu espaço dedicado ao cinema com menções ao Pro Evolution Soccer ou algo derivado do futebol. Refiro-me a um realizador que escolheu o nome de PES para se afirmar no mundo. Confesso que desconhecia por completo a sua existência. Portanto, a nomeação para os Óscares da Academia foi uma boa notícia até para mim, pois apresentou-me a estas pequenas pérolas no mundo da animação. A forma como empreende os vários objectos do dia-a-dia é de uma elevada originalidade. O seu uso do stop-motion torna-se assim bastante singular e reconhecível como a sua marca de autor. Este ano conseguiu uma nomeação pela sua curta-metragem Fresh Guacamole (2012), tornando-se este o filme mais curto alguma vez nomeado para um Óscar. Segue-se a pequena curta na íntegra: Este é apenas um exemplo da sua original carreira. O próximo intitula-se The Deep (2010) e consegue criar um ambiente um tanto ou quanto arrepiante numa duração tão curta. Os objectos que adquirem uma vida totalment…

A muleta da imagem (II)

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Sou um grande apreciador da música de Philip Glass. Consigo reconhecer a sua sonoridade, devido à singularidade inerente ao seu trabalho. Por entre muitas pérolas, a banda-sonora para o filme The Hours (2002) continua a ser a minha predilecta. Mas aqui pretendo destacar um dos seus mais famosos feitas até à data. A simbiose entre Philip Glass e Godfrey Reggio afirmou-se como uma das relações mais bem sucedidas ao demonstrar a mestria que pode advir da ligação entre música e imagem. Para esta Trilogia Qatsi  (1982-2002), o compositor não se limitou a esperar por inspiração. Seguiu os passos de ambos realizador e director de fotografia para poder absorver o espírito dos locais passíveis de serem filmados. Desta forma pôde criar uma maior relação entre a música e a imagem. Este pedaço aqui destacado refere-se ao primeiro filme da trilogia, Koyaanisqatsi (1982). A música em questão chama-se Prophecies. 

The Birds

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A arte dos posters (XXII)

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Rashômon (1950), Akira Kurosawa

Paperman

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Paperman (2012), curta-metragem realizada por John Kahrs, mostra a tentativa de aproximação de um rapaz perante uma rapariga através de aviões de papel, os mesmos que ganham vontade própria. Visualmente é mais um pequeno grande trunfo para a Disney. Encontra-se nomeado para o Óscar refente a melhor curta-metragem de animação e tem as maiores possibilidades de sair vencedor. Para quem ainda não viu, aconselho sete minutos de vida dispendidos com isto: 

Crítica: Safety Not Guaranteed (2012)

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Realização: Colin Trevorrow Argumento: Derek Connolly Elenco: Aubrey Plaza; Mark Duplass; Jake Johnson.
[Spoilers] E se a oportunidade de recuar no tempo fosse mais do que um mero parágrafo na ficção científica?  A premissa do filme pode ser observada no poster do filme, onde se salienta unicamente o anúncio que funciona como ponto de partida para estas personagens. Três colaboradores de uma revista são atraídos pelo anúncio para entrevistar o seu remetente. Um ponto de partida bem definido que se pode proclamar de original. Não desilude a cumprir o objectivo. Simplesmente não consegue ir mais além do que um filme competente. O trio de personagens que acompanhamos desde o inicio é interessante na medida em que espelham pessoas que se encontram estagnadas no tempo sem conseguirem avançar. Duas personagens à margem da sociedade dita de normal, que se apaixonam. Foi com interesse que observei a gradual aproximação entre as personagens da Aubrey Plaza e do Mark Duplass. Uma relação que prop…

A muleta da imagem

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Big Machine, música vocalizada pela personagem de Mark Duplass no filme de Colin Trevorrow intitulado Safety Not Guaranteed (2012).  "Everybody's talking in their sleep  They push a lot of air around But don't say much of anything"

1 corvo, 2 corvos, 3 corvos...

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Hoje lembrei-me de um dos meus filmes preferidos, o que me levou a rever na minha memória a minha cena preferida do mesmo. Tudo é perfeitamente cuidado nesta sequência. A cantiga levada a cabo pelas crianças serve como a banda-sonora que parece não terminar. A mesma atribui um ritmo bastante próprio e de certa forma inquietante. A personagem de Tippi Hedren fuma o seu cigarro enquanto os corvos pousam um a um atrás de si. A alternância entre os planos nunca revela demasiado do que se passa e contribui para a tensão gradualmente crescente. Um único corvo serve para desviar o olhar da protagonista. Nesse olhar sentimos o seu terror e sustemos a respiração com ela. E depois o grande momento. Nunca um conjunto de pássaros se tornou tão aterrador como nesta pequena cena. Esta é apenas uma das cenas que eleva The Birds (1963) a um patamar de excelência. Mais uma vez se comprova o título de mestre do suspense.

A arte dos posters (XXI)

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The Silence of the Lambs (1991), Jonathan Demme

Janeiro em Filmes

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Um inicio de ano marcado na sua grande maioria por filmes do ano transacto. Pelo primeiro ano estou determinado em tentar visualizar todos os filmes nomeados para os Óscares da Academia. Antes que chegue o tão falado 24 de Fevereiro, vou-me perdendo pelos nomeados nas categorias que mais me interessam. E como tem sido uma enchente de filmes de 2012 para os meus olhos, vou ali ver uns quantos clássicos e já volto. Mas antes deixo a minha lista de filmes visualizados durante o mês que agora acaba. Seguem-se por ordem de preferência:
Filme do mês: Amour (2012), de Michael Haneke - 9/10

Outros filmes visualizados: 
Django Unchained (2012), de Quentin Tarantino - 9/10 Argo (2012), de Ben Affleck - 9/10 Life of Pi (2012), de Ang Lee - 8/10 The Pervert's Guide to Cinema (2006), de Sophie Fiennes - 8/10 Lo imposible (2012), de Juan Antonio Bayona - 8/10 The Sessions (2012), de Ben Lewin - 8/10 Frankenweenie (2012), de Tim Burton - 8/10 The Invisible War (2012), de Kirby Dick - 8/10 Zero Dark Thirty…